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“FOI A MELHOR COISA QUE ME ACONTECEU”

Ir para o Rio e o IEDE foi a grande oportunidade de sua vida, afirma Dr. Gregório.

Luiz Henrique de Gregório Em 1983, após sua formatura, em Minas, o Dr. Luiz Henrique de Gregório foi convocado para servir ao Exército no Hospital das Forças Armadas, em Brasília, no Serviço de Clínica Médica. Ali, começou a pensar seriamente em se dedicar à Endocrinologia.

Na época, diz ele, o IEDE estava entre as duas melhores residências do país, nesta especialidade, e a melhor em endocrinologia clínica. A inscrição para a prova já havia se encerrado. Conseguiu, no entanto, se inscrever para a pós-graduação e, melhor ainda, passou em primeiro lugar. “Acho que foi a melhor coisa que aconteceu em minha vida”, comenta.

Fez o curso entre 1985/86 e, em seguida, foi trabalhar na clínica particular do Dr. Luiz Cesar Póvoa (“foi uma escola muito importante, em termos de aprendizado”), a convite do Dr. Amélio Mattos. “Sou sempre grato aos dois, as portas se abriram”. Em 87, iniciou o mestrado pela PUC, também no IEDE. “Sem dúvida’ afirma, ‘minha grande formação se deu ali. Todo o staff tinha capacidade e experiência incontestáveis”.

Entre os nomes, ele destaca, além dos dois citados, os Drs. Ricardo Meirelles, Maria Orlanda Pinho, Álvaro Machado Filho, Amanda Athayde, Paulo Mario, Edna Potes, Maria Lúcia Farias e Maurício Barbosa Lima. Estes dois últimos eram responsáveis pelo Laboratório do Metabolismo Ósseo, área que logo conquistaria o interesse do Dr. Gregório.

A Turma

Quando se trata de falar em amizades, a lembrança vem rápida: “Não posso deixar de citar os nomes do Dr. Luis Augusto Russo, meu sócio e irmão, de sua mãe, Dorzila e de seu imão Guilherme. Nos conhecemos durante o 2º ano da pós-graduação, quando fomos trabalhar com o Dr Póvoa. Daí surgiu nossa grande amizade e sociedade na Densso e agora no CCBR, que já dura mais de 20 anos”.

As lembranças sobre a turma da pós-graduação são variadas: dos 12 integrantes muito unidos, das festas, dos passeios etc. “Era uma turma que formava grupos para estudo e que também se divertia unida”. Os nomes vão sendo lembrados com alguma facilidade: Wilson, de Londrina; Flavio, de Maringá; Clóvis, de Pelotas, Vânia, de Fortaleza; Virginia, de Aracaju; Irene; Ana Maria, de Uberaba (“como eu”); Denise, de Niterói; Willerman, de Vitória; Afonso, de Belém e Elizabeth, do Rio. Cinco deles ainda cursaram, juntos, o mestrado. “Atualmente a Vânia, Virginia, Willerman e eu nos encontramos nos congressos.

Por falar em eventos, Dr. Gregório afirma que de 1985 até hoje só faltou a um Encontro do IEDE. Ele segue divagando sobre o que se costuma chamar de “espírito do IEDE”: “Ali é um lugar onde temos a oportunidade de aprender, mas que mantêm uma certa informalidade, que sai um pouco da esfera científica, e as pessoas se integram no lado social e humano”. Segundo ele, este seria também o espírito do Encontro Anual. Sobre ter tido a chance de estudar e trabalhar no IEDE, não deixa dúvidas: “me sinto bastante feliz e realizado”.




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