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PROFISIONALISMO E BOAS LEMBRANÇAS
Quando a capixaba Alessandra Ferri Casini fazia residência de clínica médica na cidade de São Paulo, no Hospital Santa Marcelina, já ouvia falar muito bem do IEDE.
Além da perspectiva de obter especialização em uma instituição com credibilidade nacional, a possibilidade de morar na cidade do Rio de Janeiro a atraía muito, o que acabou pesando para que ela decidisse buscar a aprovação no concurso do IEDE. "Estudei muito para passar nas provas. Quando soube que tinha sido aprovada, fiquei muito feliz", conta.
Aos 34 anos, ela assumiu o cargo de presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), Regional do Espírito Santo (gestão 2009-2010). Através da entidade, participa da realização de eventos que acabam oferecendo oportunidades para reencontros com os profissionais do IEDE. Um exemplo é a II Jornada Capixaba de Endocrinologia, que acontece entre 21 e 23 de outubro, cuja programação conta com a presença do professor Maurício Barbosa Lima. "Durante essas atividades, mantemos contatos com os médicos de lá", afirma.
Plantões
A fama de "pé frio" marcou os plantões da então residente Alessandra Ferri Casini. "Eu era a única residente cujos plantões não eram tranquilos. Os colegas brincavam comigo. Quando era a minha vez, acontecia de tudo, como transferência de pacientes graves e várias intercorrências. Por isso, me chamavam de pé frio", lembra.
Marcantes
Entre os profissionais que marcaram sua formação de modo especial, está o Dr. Ricardo Meirelles, Diretor do IEDE e atual presidente da SBEM Nacional. Para ela, o médico é um espelho e uma grande referência.
"Dia desses, comentei com ele que assumi a presidência da regional da SBEM no Espírito Santo, ao mesmo tempo em que ele assumiu a presidência nacional. Ele me ensinou e me marcou muito no IEDE", resume.
A Dra. Andréa Vangeloti é outro exemplo de profissionalismo para Alessandra. "Para mim, a Dra. Andréa representa uma excelente referência, tanto do ponto de vista científico quanto na relação médico- -paciente".
As boas lembranças do Dr. Amélio de Godoy Matos também permaneceram. "Tive uma convivência muito boa com o Dr. Amélio. Acompanhei o ambulatório de obesidade e fiz trabalhos científicos com ele na época". E conclui: "Sou muito feliz e satisfeita de ter tido minha formação no IEDE".
EU SOU O IEDE
1 - Por que você escolheu a Endocrinologia como especialidade?
Acho uma área interessante e motivadora.
2 – Por que você escolheu o IEDE?
Por ser uma entidade séria.
3 - Qual sua área de maior interesse dentro da Endocrinologia e por quê?
A Neuroendocrinologia, área do meu mestrado e do meu doutorado. (A tese do doutorado, atualmente em curso pela UFRJ, é dedicada à acromegalia).
4 - Cite um evento marcante para você dentro da Endocrinologia, e o motivo.
Nenhum muito marcante, mas todos importantes.
5 - Cite um Endocrinologista que tenha influenciado sua carreira. Cite três coisas que você admira nessa pessoa e por que a mesma a influenciou.
A Dra. Mônica Roberto Gadelha, minha orientadora de mestrado e doutorado pela UFRJ. O que mais admiro nela são a determinação, o profissionalismo e dedicação. Aprendi muito com ela como profissional.
6 - Quem é o Endocrinologista de renome internacional que você considera mais importante nessa área. Por quê?
O Dr. Sholmo Melmed, grande pesquisador da área de neuroendocrinologia.
7 - Descreva o IEDE em uma frase.
Boas lembranças de minha formação em endocrinologia. |