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EMPENHO E GARRA ENTRE OS NOVOS ALUNOS

Prof. Cíntia Salomão

Os novos alunos posam pra foto na frente do IEDE

O curso de Especialização em Endocrinologia da PUC/IEDE começou no início de fevereiro. Enquanto muita gente se preparava para a folia carnavalesca no Rio de Janeiro, os novos alunos – 22 no total, entre residentes e cursistas – já demonstravam empenho e muita vontade de aprender durante as aulas inaugurais.

Para o coordenador adjunto do curso, o Dr. Walmir Coutinho, a expectativa em relação ao ciclo que se inicia é muito boa: “Tivemos uma procura 30% maior comparada à do curso anterior. Vários alunos disseram que pretendem seguir carreira acadêmica e a área de pesquisa”, afirmou. “Estamos esperando muito dessa turma”.

ENTROSAMENTO

Aula inauguralRepresentante dos cursistas, o carioca Rodrigo Mendes de Carvalho, de 27 anos, foi escolhido para fazer uma ponte entre os alunos e os coordenadores do curso. “Todos estão chegando com garra e querendo se dedicar. Eu me graduei em clínica, me especializei em pediatria, mas quero mesmo é viver da endocrinologia. O clima está bom, e todos estão se entrosando”, resume. Único homem dos 12 cursistas, ele diz que é um “desafio” lidar com 11 mulheres, embora seja uma situação pela qual passou recentemente. “Já estou treinado, pois na residência eu também era o único dentre 12”, conta.

REFERÊNCIA NACIONAL

Dr. Raul Faria recebe mais uma turma no IEDEDiretor do IEDE e integrante da Coordenação do Curso e da Residência Médica, o Dr. Ricardo Meirelles ressalta a importância do ensino no IEDE para a endocrinologia brasileira. “No ano passado, recebemos, do Ministério da Saúde, um certificado pela escolha dos primeiros colocados no concurso de residência em Endocrinologia no Rio de Janeiro. Nossos índices de aprovação na prova de Título de Especialista da SBEM chegam a 100% em algumas ocasiões”, afirma.

O Dr. Raul Faria, professor associado e Diretor Médico do IEDE, lembra o peso que um especialista formado pela instituição adquire no país: “Hoje, em quase todos os estados, há profissionais formados por nós. O conceito do IEDE é muito bom em todo o Brasil”. O Dr. Ricardo também destaca o fato de que muitos alunos chegam de fora do Rio, assumindo depois posições de destaque em seus estados de origem, como professores, chefes de serviços e dirigentes da SBEM. “Os alunos que vêm para o IEDE são sempre muito diferenciados. A seleção é rigorosa”, afirma.

A expectativa dos novos alunos segue esse conceito nacional de qualidade. É o exemplo de Vanessa Cavalcanti da Cunha Teixeira, graduada pela UFF. Ela escolheu o IEDE para fazer sua especialização por se tratar da referência no país. “Eu não fiz prova para nenhum outro lugar”, comentou.

UM SONHO

Renata Yuriko Janiques Osaka, também com 29 anos, formada pela Unigranrio, endossa a tese da colega: “O IEDE sempre foi um sonho pra mim, pois é onde estão os melhores endocrinologistas. Eu sempre quis fazer a especialização aqui”.

Formado pela UFRJ e residente do IEDE, Rodrigo Oliveira da Silva, conta que ouviu dos seus colegas vários relatos positivos sobre a experiência adquirida no Instituto: “Há pacientes que só vemos aqui, e não em outros lugares”.

Coordenadora do módulo de diabetes, juntamente com a Dra. Rosane Kupfer, a Dra. Claudia Pieper afirma que, a cada ano, o curso vem sendo aprimorado: “Neste ciclo, em vez de sete residentes, temos 10. Há diversas pessoas de fora do Rio, vindas, por exemplo, do interior de São Paulo, do Rio Grande do Sul, do Espírito Santo e de Minas Gerais”, relata.

O curso tem a Coordenação Acadêmica do Professor Luiz Cesar Póvoa.




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