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ASSEX e Centro de Estudos promovem curso de ultrassom da tireoide

Na manhã de 4 de outubro, sábado, foi ministrado curso sobre ultrassonografia da tireoide para endocrinologistas’ no anfiteatro D. Anna do Instituto Estadual de Diabetes e Endocrinologia Luiz Capriglione (IEDE).

O curso foi promovido pela Associação dos Ex-alunos do IEDE (ASSEX) presidida pelo Dr. Alexander Benchimol e pelo Centro de Estudos Jayme Rodrigues (CEA), presidido pela Dra Carmen Leal Assumpção, e ministrado pelo prof. Euderson Kang Tourinho um dos introdutores do uso do ultrassom no estudo da glândula tireoidiana, entre nós. O curso contou com a entusiasmada participação de endocrinologistas de diversos serviços do Rio de Janeiro e de cidades do interior e teve a participação, na abertura, do Dr. Alexander Benchimol, que teceu breves considerações à despeito da iniciativa e o objetivo do curso.

Com sua vasta experiência no assunto, o prof. Euderson discorreu sobre a evolução e importância do método ultrassonográfico no diagnóstico complementar das doenças tireoidianas.

Fez considerações em torno da tecnologia existente em meados da década de 70, quando iniciou os estudos sobre tireoide e os avanços dos dias atuais. Fez considerações sobre o conjunto de informações que é possível fornecer ao endocrinologista à respeito da tireoide de seu paciente fazendo referência sobre o mínimo de informações que vê constar no laudo. Lamentou que ainda não se conseguiu uma padronização dos laudos como acontece com a mamografia.

A análise do nódulo foi muito explorada levando - se em conta o conjunto de características identificadas ao exame e os sinais indicadores de risco para malignidade resaltando que, em nódulos com tamanho menor que um centímetro, é possível perceber e discriminar sinais de benignidade e malignidade de modo a avançar na conduta diagnóstica.

A punção aspirativa por agulha fina do nódulo tireoidiano também foi abordada no curso tendo sido ressaltado as situações e causas mais comuns que resultam em Bethesda I, material insuficiente, e ‘deu as dicas’ de como evitar, embora tenha dito que, no presente momento, sempre acontecerá, mesmo em mãos experientes. Na ocasião fez considerações sobre a feitura correta das lâminas e do ‘celular block’.

Finalmente, foi abordado a questão da Alcoolização do nódulo tireoidiano, suas indicações e resultados. Informou a experiência crescente (o primeiro caso alcoolizado no país foi em 1979 no HU-UFRJ) permitindo-se afirmar que constituí hoje uma alternativa consistente ao tratamento cirúrgico.

 




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